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Saúde
Postada em 24/10/2016 ás 20h20 - atualizada em 24/10/2016 ás 20h20
Doenças Sexualmente Transmissíveis...SAIBA MAIS
Essas doenças, além de terem um alto risco de disseminação, causam graves danos
Doenças Sexualmente Transmissíveis...SAIBA MAIS

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) são um grupo de patologias endêmicas de múltiplas causas e que possuem como traço comum a transmissão durante a relação sexual. Esta é a definição clássica. Mas, a minha definição é que DST é aquilo que achamos que só vai acontecer com o (a) colega ao lado. Logo, temos a tendência de baixarmos a guarda e , quando menos se espera, BUM! Vem o diagnóstico!

O engraçado é que a nossa primeira reação é de sempre culparmos o (a) parceiro (a), esquecendo que quando um não quer, dois não brigam, ou melhor, não namoram; ou se o fazem, ambos deveriam usar ou exigir o uso do preservativo (masculino ou feminino), principalmente quando ainda não se conhece direito quem está ao seu lado naquela noite de Sábado após a choperia...



A Organização Mundial De Saúde (OMS) estima que ocorram no mundo, a cada ano, 333 milhões de casos novos de DST’s, em uma faixa etária de 15 a 49 anos. No Brasil, segundo o Ministério Da Saúde, 10milhões de pessoas são portadoras de uma DST. As causas do aumento da incidência são as baixas condições socioeconômicas e culturais, serviços de saúde ineficientes, automedicação, promiscuidade sexual e ausência de educação sexual aos jovens. Os tipos mais freqüentes de DST’s são: Sífilis, Gonorréia, Linfogranuloma venéreo, Cancro mole, Herpes, HPV, Hepatite B e AIDS.

Essas doenças, além de terem um alto risco de disseminação, causam graves danos à saúde da pessoa acometida, podendo ocasionar desde feridas nos órgãos genitais, passando pela infertilidade e podendo até mesmo levar o paciente a óbito. As DST’s possuem sinais e sintomas distintos e necessitam de diagnóstico e tratamento específicos, feitos sempre por um médico especialista nesse assunto; geralmente um urologista, infectologista ou ginecologista. Importante ressaltar que o tratamento deverá sempre ser realizado no casal. Mas a grande sacada está na prevenção. Muitos parceiros preocupam-se apenas em prevenir uma gestação indesejada usando um anticoncepcional. O ideal seria associá-lo ao preservativo.

 Dessa forma, além de aumentar sua segurança contraceptiva, ficariam protegidos também contra as DST’s. Algumas atitudes como a redução do número de parceiros (as), o uso de preservativos, o controle do uso de álcool e drogas ilícitas, a procura por um serviço médico assim que sentir alguma alteração em seu corpo, além da visita regular (mesmo sem sintomas) ao seu ginecologista ou urologista, farão toda a diferença. Afinal, prevenir ainda é o melhor remédio! Pense nisso na sua próxima micareta ou balada.

Dr. Márcio Correia
Residência em Ginecologia/Obstetrícia pela UFC-CE
Título de Especialista em Ginecologia/Obstetrícia pela FEBRASGO Mestrado em Ginecologia pela Universidade Católica De Brasília-DF
Professor do Curso de Medicina IESVAP
Ginecologista da Climed Feme.

Para mais informações:

End. Av. Álvaro Mendes, 1219, Sala 08, Centro, (Ao lado do restaurante popular) - Parnaíba-PI.

Fones: (86) 3322-3259

Erivaldo Costa: (86) 9 8134-1239/Paulo Linhares: (86) 9 9901-4546/Thamires Linhares: (86) 9 9907-8767

E-mail: vivasaudecard@yahoo.com.br

Acesse: www.vivasaudecard.com.br

Facebook: vivasaudecard  / Instagram: @vivasaudecard

FONTE: Viva Saúde Card
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